Mesmo subindo oito colocações no ranking mundial, os resultados no
Brasil no Índice de Proficiência em Inglês 2013 (EPI, na sigla em
inglês) ainda colocam os estudantes brasileiros no patamar de
"proficiência baixa".
O país está na 38ª posição, abaixo de Argentina (19ª), Indonésia (25ª), Rússia (31ª) e Costa Rica (37ª). A lista foi divulgada na semana passada pela empresa que realiza a avaliação, a EF Education First.
Na última edição, porém, o Brasil se encontrava na categoria "proficiência muito baixa", em 46º lugar. Apesar do avanço, especialistas ainda acreditam que a situação do ensino de inglês nas escolas é preocupante.
De acordo com a professora Letras com Inglês das Universidades Federal da Bahia (Ufba) e Estadual da Bahia (Uneb), Adé de Oliveira, a baixa carga horária é um dos motivos para que os alunos estudem a língua na escola, mas não adquiram proficiência. "Com isso, não se consegue levar o aluno a mais do que o nível pré-intermediário. O numero de alunos por turmas também é muito grande e próprio preparo do professor é ruim", explica.
Segundo ela, os cursos de Letras não garantem fluência ao professor. No caso dos que atuam na rede pública, a qualificação é ainda pior. "Para que o professor possa melhorar a metodologia, precisa ter um incentivo do estado ou do município", disse Adé.
O país está na 38ª posição, abaixo de Argentina (19ª), Indonésia (25ª), Rússia (31ª) e Costa Rica (37ª). A lista foi divulgada na semana passada pela empresa que realiza a avaliação, a EF Education First.
Na última edição, porém, o Brasil se encontrava na categoria "proficiência muito baixa", em 46º lugar. Apesar do avanço, especialistas ainda acreditam que a situação do ensino de inglês nas escolas é preocupante.
De acordo com a professora Letras com Inglês das Universidades Federal da Bahia (Ufba) e Estadual da Bahia (Uneb), Adé de Oliveira, a baixa carga horária é um dos motivos para que os alunos estudem a língua na escola, mas não adquiram proficiência. "Com isso, não se consegue levar o aluno a mais do que o nível pré-intermediário. O numero de alunos por turmas também é muito grande e próprio preparo do professor é ruim", explica.
Segundo ela, os cursos de Letras não garantem fluência ao professor. No caso dos que atuam na rede pública, a qualificação é ainda pior. "Para que o professor possa melhorar a metodologia, precisa ter um incentivo do estado ou do município", disse Adé.
Já a professora de estágio supervisionado em Inglês da Ufba, Fernanda
Mota, atribui uma parte dos problemas à maneira como as aulas do
idioma são vistas na escola.
"Há um desprestígio por conta da ideia de que é uma matéria secundária. Existe uma concepção muito forte de que os alunos não aprendem na escola e o professor acaba acreditando nisso também", afirmou.
Leia matéria completa na versão impressa do jornal A TARDE desta segunda-feira, 11, ou na versão digital.
http://atarde.uol.com.br/brasil/materias/1547642-brasileiros-tem-baixa-proficiencia-em-ingles

Nenhum comentário:
Postar um comentário